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88 - AMPARO
Neste mundo injusto e cruel onde os homens se engalfinham pelos lauréis,
Da fama que se engalana, tornando-os brutos e injustos, cruéis e infiéis;
De repente, divisarão sombras, que esbatidas, no espaço onde teus soluços são regaços.
Onde a dúvida invade, tornando a calamidade pretensão dos esquecidos e de corações de aço.

II

O fracasso é desilusão para os gananciosos, abre aquele portão que mais esperas?
Transformas seus lauréis em fraternidade e caridade não esqueça o irmão que Deus te regenera;
A Justiça Divina os fez retornar ao mundo dos sensatos deixaste de ser ingrato, agora sois pacato,
Nas lutas das expiações o caminho mais curto de sua redenção e o perdão dos ingratos.

III

Dar um prato de alimento, entre gestos escarninhos enobrece o caminho numa toalha de espinhos.
Dolorosos se tornarão acariciantes diante de uma atitude exemplar, não queira maltratar os escaninhos;
Da alma de um infeliz, faça-o feliz ouça o grito de seus filhos, irmãos queridos, amai,
Não tropeçai na escuridão que a luz brilhará acima dos dias que hão de vir, regenerai.
IV
Que a bênção vem do Pai, esqueça o mundo que atormenta odeia e violenta; Seja do amor.
Não cause dor e tristeza, leve alegria e presteza aos carentes do dia-a-dia, ofereça carinho e afeto seja doutor.
Cure as doenças geradas pela fome e a miséria, homem que vive com pouco nunca espera Deus em vão,
Será saudável de coração, irmão dos irmãos, que o contemplarão com alegria, não mergulhará na fossa será embevecido pela gratidão.




ANTONIO PAIVA RODRIGUES-ACADÊMICO DA ALOMERCE
ESTUDANTE DE JORNALISMO-MEMBRO DA ACI-CEL DA PMCE-GESTOR DE EMPRESAS.

(Encorajadoras)


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