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AMOR

I
*O amor é um grande sentimento que faz bem ao coração;
Transforma a alma triste em prazerosa, repleta de afeição.
Nas nuanças das poesias em suas entrelinhas, sempre a acuidade,
Das palavras escritas que reverberam prazer, alegria e a saudade.
II
*Quando meu amor está distante, torno-me indiferente, inocente e carente,
Notícia chega de repente meu coração palpita descompassadamente;
É minha amada, transtornada, irreverente, fatigada, carente de aconchego caliente.
Presente é abraçar quem ama agente, com doçura, ternura e beijos intermitentes.
III
*Aproxima as almas, une os corações, dilacera as paixões e provoca vendaval de adrenalina.
Puro sentimento, acontecimento alegre e feliz, nossa alma adulta se faz menina, pequenina.
Banhada de afeto nos traz sabor, frescor, matando o amargor, o pressentimento.
Quero amar feito um adolescente, feliz, extasiado, demasiado e sem ressentimento.

IV
*Fitar nos olhos divinos, desta deusa que me acalenta com suas graças belas infindas.
No ar doce e gentil, quero me enroscar na areia, nas noites de lua cheia e de muita luz;
Eu não conheço outra terra, que não seja teu coração, onde haja tanta beleza, nas síncopes coloridas.
Meu bem anda descalço, sem embaraços, sem percalços, no esfrangalho te amo, sem proporções e medidas.

Fortaleza, 29 de Outubro de 2004.
Antonio Paiva Rodrigues - Curso de Jornalismo-Membro da Alomerce.



Céu

Olhei em volta e percebi
As nuvens que flutuavam.
Algumas até formavam
A imagem que tenho de ti.

Estavas todo azulado,
Com nuvens pequenas e solitárias
Espalhadas em todas as áreas,
De início só salpicado.

Poucos minutos passaram
E estavas quase todo encoberto
De nuvens espessas e brancas
Como em um grande deserto.

Somente no horizonte distante,
Uma linha cor de anil
Trazia-me a lembrança
De tantas coisas mil.

Ficamos tanto tempo sem te ver
E apreciar a tua imensidão,
E as estrelas que em ti cintilam,
Para a nossa consolação.

Se te observamos de dia,
Trazes-nos felicidade e prazer,
Com o sol refletindo em teu ser
Iluminando a vida, eu diria.

À noite, sonhamos, ao te ver,
Porque queremos ficar pertinho de ti
E contigo poder dormir
Até o novo amanhecer.

Oh! Se pudéssemos arrancar
Os tetos de nossas casas,
Para quando pro alto olharmos,
Com ternura de coração,
Agradecermos a Deus
Pela tua criação.


ANTONIO PAIVA RODRIGUES-ESTUDANTE DE JORNALISMO-MEMBRO DA ALOMERCE.



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(Amor)