Martinho Lutero
Maria é a Mãe de Jesus e a Mãe de todos nós, embora fosse só Cristo quem repousou no colo dela... Se ele é nosso, deveríamos estar na situação dele; lá onde ele está, nós também devemos estar e tudo aquilo que ele tem deveria ser nosso. Portanto, a mãe dele também é nossa mãe.
Martinho Lutero
Devemos honrar Maria como ela mesma desejou e expressou no Magnificat. Louvou a Deus por suas obras. Como, então, podemos nós a exaltá-la? A honra verdadeira de Maria é a honra a Deus, louvor à graça de Deus. Maria não é nada para si mesma, mas para a causa de Cristo. Maria não deseja com isso que nós a contemplemos, mas, através dela, Deus
Martinho Lutero
É a consolação e a bondade superabundante de Deus, o homem pode exultar por tal tesouro: Maria é sua verdadeira mãe, Jesus é seu irmão, Deus é seu Pai
Martinho Lutero
Nenhuma mulher é como tu (Maria Santíssima)! És mais que Eva ou Sara, sobretudo, pela nobreza, bem-aventurança, sabedoria e santidade!
Martinho Lutero
Maria é a mulher mais elevada e a pedra preciosa mais nobre no Cristianismo depois de Cristo... Ela é a nobreza, a sabedoria e a santidade personificadas. Nós não poderemos jamais honrá-la o bastante. Contudo, a honra e os louvores devem ser dados de tal forma que não firam, nem a Cristo, nem às Escrituras
Martinho Lutero
Faça o sermão sobre o que quiser, mas nunca por mais de 40 minutos
Martinho Lutero
Quando a missa for revirada, acho que teremos revirado o papado, porque é sobre a missa, como sobre uma rocha, que o papado se apóia totalmente, com seus mosteiros, seus bispados, seus colégios, seus altares, seus ministérios e sua doutrina... Tudo isso desabará quando desabar sua missa sacrílega e abominável
Martinho Lutero
O Diabo dormiu ao meu lado, em minha cama, mais vezes do que minha mulher. (Brentano: 93)
Martinho Lutero
Então, não se sabe mais quem é Deus e quem é o Diabo. Chega-se a inquirir se o Diabo não será Deus
Martinho Lutero
Deve-se atribuir uma honra de divindade do Diabo e eu devo atribuir a diabolicidade a Deus (Beer: 30 Giorni, ano VII, Fev 1992, pgs 54-55)
Martinho Lutero


























