A liberdade não pode faltar a quem a deseja realmente, / mas a quem deseja conquistá-la, ela indica o caminho dos perigos; / é prometida a quem por ela arrisca a vida, / nunca é prémio de um desejo indolente
Amar o próximo como amamos a nós mesmos significaria então respeitar a singularidade de cada um - o valor de nossas diferenças, que enriquecem o mundo que habitamos em conjunto e assim o tornam um lugar mais fascinante e agradável, aumentando a cornucópia de suas promessas